Gil e Almeida (2001) destacam que a brincadeira na creche
não é atividade espontânea desprovida de
intencionalidade pedagógica, mas contexto privilegiado de
aprendizagem que demanda mediação qualificada do
professor para ampliar repertório, linguagem e interações
das crianças pequenas. Ao introduzir-se na brincadeira de
faz de conta de crianças de 3 anos assumindo personagem
que enriquecia o enredo sem dirigir nem interromper a
narrativa infantil, a professora exercia papel mediador
específico. Essa forma de participação docente intencional
no jogo simbólico infantil sem assumir controle da
brincadeira denomina-se:
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Professor da Educação Básica I - EMEI/Creche
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