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Cabeça Cheia: o Que Fazer para se Livrar da Sobrecarga Mental?
Você já sentiu que sua cabeça está a ponto de explodir? Pois saiba que nosso cérebro realmente tem um limite. Imagine que ele é um HD. Não dá para colocar dados à vontade nele. Há uma capacidade a partir da qual não só o HD começa a ficar mais lento, como, se tentarmos colocar mais dados do que ele é capaz de suportar, aparecerá uma mensagem "capacidade máxima atingida".
Vivemos em um mundo que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos. Ao mesmo tempo, cobramos de nós que estejamos 100% do tempo conectados. É a ideia por trás do FOMO − da sigla em inglês 'fear of missing out ', que pode ser traduzido por algo como 'e se eu perco algo'? O resultado é que temos tratado o nosso cérebro como se ele fosse um poço sem fundo. E ele não é. Não por acaso um significativo número de pessoas anda se sentindo mentalmente exausta, sem energia, impaciente, mal-humorada, com pouca capacidade de se concentrar, mais dificuldade de tomar de decisões e de pensar com clareza.
Isso é o que chamamos de sobrecarga mental: um estado em que o cérebro se vê tão sobrecarregado que ultrapassa a sua capacidade de processamento. Logicamente, isso impacta não apenas as funções cognitivas (a memória é uma das primeiras coisas a falhar) como o corpo físico − daí a sensação de exaustão, de que "eu não aguento". Que fique claro: sobrecarga mental não é a mesma coisa que burnout, embora as coisas estejam ligadas. Enquanto no burnout a exaustão é geral − emocional, mental e física -, a sobrecarga mental afeta fundamentalmente a parte cognitiva.
https://forbes.com.br/forbessaude/2025/09/cabeca-cheia-o-que-fazer-p ara-se-livrar-da-sobrecarga-mental/ fragmento
"Vivemos em um mundo que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos. Ao mesmo tempo, cobramos de nós que estejamos 100% do tempo conectados." Considerando a regência verbal analise as afirmativas a seguir:

I. O verbo 'esperar' está empregado como transitivo direto, com complemento direto sem preposição.
II. O verbo 'cobrar' está empregado como transitivo indireto, sem a presença de complemento direto, sendo 'de nós' o termo que exerce a função de objeto indireto, introduzido por preposição.
III. O verbo 'viver' está empregado como transitivo bitransitivo, sendo o objeto indireto a expressão 'em um mundo' e o objeto direto a oração 'que espera que estejamos sempre disponíveis e produtivos'.
IV. O verbo 'estar', na primeira ocorrência, atua como verbo de ligação, apresentando dois adjetivos exercendo a função de predicativo do sujeito. 

É correto o que se afirma em:
 

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