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3833910 Ano: 2024
Disciplina: Odontologia
Banca: IADES
Orgão: Pref. São Paulo-SP
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Caso clínico para responder à questão.
Enunciado 4822401-1
Uma gestante de 18 anos de idade, que está com idade gestacional de 20 semanas de vida intrauterina (VIU), buscou o serviço de urgência odontológica em um consultório odontológico particular. Sua queixa principal era de dor. Ao exame clínico, observou-se inflamação do tecido gengival que recobria parcialmente o dente 38, o qual se encontra retido. Paciente referiu otalgia, disfagia, halitose e trismo. Ao exame físico observou-se linfadenopatia cervical. A paciente informou ser alérgica a penicilinas. A figura apresentada esquematiza o caso.
Para melhor condução do caso era essencial que o procedimento fosse realizado no menor tempo possível, garantindo que a paciente não sentisse dor. Assim, o profissional iniciou a técnica anestésica posicionando-se ao lado do paciente e ligeiramente posterior, traçando uma linha imaginária do ponto do dedo até a rafe pterigomandibular, para determinar a altura da injeção (em torno de 6 mm a 10 mm acima do plano oclusal). A penetração da agulha ocorreu na interseção de dois pontos - o primeiro ponto, que se situa ao longo da linha anteroposterior descrita para indicar a altura da injeção, e o segundo ponto, que se situa em uma linha vertical que atravessa o primeiro ponto (cerca de 3/4 da distância da borda anterior do ramo). A penetração de agulha foi em torno de 2/4 do comprimento da agulha odontológica longa, até que tocou levemente o osso. A extremidade da agulha foi posicionada um pouco acima do forame mandibular. Injetou-se lentamente a solução anestésica, estando o corpo da seringa carpule voltado para a direção dos pré-molares do lado oposto.

Essa descrição representa a técnica para o bloqueio do nervo
 

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