José da Silveira e Silva, líder responsável pelo Terreiro das Águas Claras, telefonou para a Polícia do Estado após constatar determinada prática violenta no local de exercício da sua fé. Na ocasião da agressão, homens adultos vestidos com capuzes invadiram o espaço físico do terreiro, quebraram imagens de orixás, derrubaram e danificaram vasos de flores e cadeiras. Através do telefonema, José fez o relato breve do ocorrido às autoridades policiais e as chamou para aferição de tudo aquilo o que havia se passado na sede do terreiro. As autoridades chegaram ao local e José foi informado de que a Constituição Federal, ao tratar dos direitos e garantias fundamentais, estabelece que é