O processo de urbanização no Brasil, intensificado a partir da segunda metade do século XX, esteve articulado ao êxodo rural, à industrialização tardia e à constituição de metrópoles marcadas pelo crescimento desordenado. Autores como Henri Lefebvre e Milton Santos interpretam a cidade como espaço de disputa, em que o direito à cidade se confronta com lógicas de exclusão. A metropolização concentrou investimentos e atividades estratégicas, enquanto a periferização produziu desigualdades no acesso à moradia, à mobilidade e aos serviços urbanos, revelando contradições estruturais do desenvolvimento.
À luz dessas interpretações, assinale a proposição mais consistente com a literatura crítica sobre urbanização: