As técnicas de amplificação de DNA
transformaram a biologia molecular e o diagnóstico
clínico. Desde a PCR convencional de Mullis (1985) até
as versões em tempo real (qPCR) e digital, a
capacidade de detectar sequências específicas ampliou
a precisão analítica. Segundo Brown (2016) e Alberts et
al. (2022), cada variante apresenta vantagens metodológicas e aplicações distintas. Qual proposição
reflete de forma mais consistente esse panorama?