O Código de Ética do Assistente Social, ao
estabelecer princípios como o reconhecimento da liberdade
como valor ético central e a defesa intransigente dos direitos
humanos, postula uma práxis profissional que exige do
Assistente Social a superação de concepções conservadoras
sobre família e sociedade, impulsionando a categoria a assumir
uma postura de vanguarda na luta por uma ordem social justa e
igualitária, sem, contudo, prescrever as formas concretas de
organização societal.