Caso 1: Gestante de 25 anos, G1P0, com 34 semanas, chega ao pronto atendimento com cefaleia intensa, epigastralgia e PA
180/115 mmHg. Exames mostram proteinúria 3+, plaquetas 90.000/mm³, TGO 88 U/L, TGP 75 U/L e creatinina 1,4 mg/dL.
Está lúcida, ansiosa e resistente à internação. Faz uso irregular de metildopa e não iniciou o carbonato de cálcio prescrito
no pré-natal.
Caso 2: Gestante de 36 anos, G3P2, com 32 semanas, em seguimento por pré-eclâmpsia grave, evolui com dispneia, oligúria e confusão mental. Exames: plaquetas 70.000/mm³, TGO 150 U/L, TGP 160 U/L, creatinina 2,1 mg/dL e bilirrubina 3,2 mg/dL. A família insiste em “esperar o bebê crescer”, mesmo após explicação sobre o risco materno iminente.
Com base nos casos e nos princípios da bioética aplicados à conduta médica, assinale a alternativa mais adequada.
Caso 2: Gestante de 36 anos, G3P2, com 32 semanas, em seguimento por pré-eclâmpsia grave, evolui com dispneia, oligúria e confusão mental. Exames: plaquetas 70.000/mm³, TGO 150 U/L, TGP 160 U/L, creatinina 2,1 mg/dL e bilirrubina 3,2 mg/dL. A família insiste em “esperar o bebê crescer”, mesmo após explicação sobre o risco materno iminente.
Com base nos casos e nos princípios da bioética aplicados à conduta médica, assinale a alternativa mais adequada.