Uma paciente de 32 anos de idade relata episódios
recorrentes de sensação de estar “fora do próprio corpo”, como se observasse a si mesma, além de momentos em que o ambiente parece artificial ou distante. Ela
mantém orientação autopsíquica, temporal e espacial,
recorda-se de seus dados autobiográficos, nega alucinações ou delírios. Os sintomas começaram após um
estresse intenso no trabalho, sem nenhuma exposição
a trauma grave. No dia a dia, a paciente se queixa de
dificuldade de concentração, sensação de estar “vivendo
no automático” e angústia por não se sentir “presente”.
Esse quadro acaba comprometendo sua qualidade de
vida, seu funcionamento ocupacional e seus relacionamentos interpessoais.
De acordo com o DSM-5, qual é o diagnóstico mais provável?
De acordo com o DSM-5, qual é o diagnóstico mais provável?