No contexto da avaliação farmacêutica de prescrições magistrais, cabe ao farmacêutico avaliar a necessidade de uso de
fatores de equivalência e de correção dos fármacos, baseando-se nas características da matéria-prima adquirida e na
forma química da molécula terapeuticamente ativa. Muitos medicamentos são prescritos com o nome mais conhecido do
fármaco, quando, na verdade, é na forma de sal ou anidra que esse fármaco é utilizado. Outros são adquiridos com certos
teores de ativo e percentuais de umidade, que devem ser corrigidos para que as doses terapêuticas sejam adequadamente
calculadas. Para auxiliar o farmacêutico, a ANFARMAG disponibiliza um Manual de Equivalência e Correção contendo as
informações necessárias para a correta aplicação dos fatores.
Considere a seguinte prescrição:
Pantoprazol 35 mg -------- Aviar 60 cápsulas
Tomar 1 cápsula ao dia, em jejum, por 2 meses.
O laudo de análise do pantoprazol está apresentado a seguir.
Considere que, para esse fármaco, no Manual de Equivalência, a indicação é de que a água seja corrigida pela equivalência, e que a forma terapeuticamente ativa é o pantoprazol.
Dadas as massas atômicas: C = 12; H = 1; F = 19; N = 14; Na = 23; O = 16; S = 32.
Sobre a manipulação dessa prescrição, o farmacêutico deve:
Considere a seguinte prescrição:
Pantoprazol 35 mg -------- Aviar 60 cápsulas
Tomar 1 cápsula ao dia, em jejum, por 2 meses.
O laudo de análise do pantoprazol está apresentado a seguir.
Considere que, para esse fármaco, no Manual de Equivalência, a indicação é de que a água seja corrigida pela equivalência, e que a forma terapeuticamente ativa é o pantoprazol.
Dadas as massas atômicas: C = 12; H = 1; F = 19; N = 14; Na = 23; O = 16; S = 32.
Sobre a manipulação dessa prescrição, o farmacêutico deve:
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