Paciente feminina, 45 anos, relata que, cinco anos antes, realizou
procedimento estético no glúteo com substância oleosa de
origem desconhecida. Desde então, apresenta episódios
recorrentes de mialgias, artralgias em mãos, joelhos e ombros,
fadiga prolongada e febre baixa, com exacerbações intermitentes
ao longo dos anos. Refere que já utilizou cursos de antibiótico e
corticoide sistêmico, com melhora parcial dos sintomas.
Há duas semanas, após infecção viral do trato respiratório superior, evoluiu com piora importante do quadro, incluindo limitação funcional, maior fadiga e dor difusa.
Exames revelam:
• proteína C reativa de 18 mg/L (VR: <5 mg/L),
• velocidade de hemossedimentação de 52 mm/h (VR: <20 mm/h),
• FAN pontilhado fino em título 1/320,
• fator reumatoide de 45 UI/mL (VR: <20 UI/mL), porém sem erosões ósseas, sinovite à ultrassonografia ou rigidez matinal prolongada que sugiram artrite reumatoide.
A biópsia da região glútea evidenciou granulomas crônicos com histiócitos espumosos e vacúolos compatíveis com presença de material oleoso.
Diante desse conjunto de achados, a conduta adequada consiste em:
Há duas semanas, após infecção viral do trato respiratório superior, evoluiu com piora importante do quadro, incluindo limitação funcional, maior fadiga e dor difusa.
Exames revelam:
• proteína C reativa de 18 mg/L (VR: <5 mg/L),
• velocidade de hemossedimentação de 52 mm/h (VR: <20 mm/h),
• FAN pontilhado fino em título 1/320,
• fator reumatoide de 45 UI/mL (VR: <20 UI/mL), porém sem erosões ósseas, sinovite à ultrassonografia ou rigidez matinal prolongada que sugiram artrite reumatoide.
A biópsia da região glútea evidenciou granulomas crônicos com histiócitos espumosos e vacúolos compatíveis com presença de material oleoso.
Diante desse conjunto de achados, a conduta adequada consiste em: