O reconhecimento da Libras como língua legítima de instrução, expressão cultural e produção de conhecimento por parte da comunidade surda tem implicado um reposicionamento epistemológico no campo da tradução intermodal. Diante da centralidade do corpo, da espacialidade tridimensional e da iconicidade na constituição linguística da Libras, como abordado por Cuxac, Ronice Müller de Quadros e Janice de Souza, qual alternativa expressa uma leitura complexa e teoricamente fundamentada sobre os desafios tradutológicos dessa configuração?