Existem diferentes preparações de insulina para uso humano com o objetivo de garantir propriedades cinéticas que atendam aos distintos perfis clínicos dos pacientes e às suas necessidades de controle da glicemia.
De acordo com a Farmacopeia Brasileira 7ª edição, a “suspensão estéril de insulina humana em água tamponada para a injeção, modificada pela adição de um sal de zinco adequado de modo que a fase sólida da suspensão seja predominantemente cristalina” é definida como insulina humana