Paciente do sexo feminino, 5 anos de idade, previamente hígida, é trazida à consulta com queixa de dor abdominal em queimação na região epigástrica e regurgitação há cerca de 3 meses, principalmente após refeições. A dor é aliviada com alimentação e piora à noite. Não apresenta sinais de alarme, como perda de peso, hematêmese, vômitos persistentes ou alterações do hábito intestinal. Exame físico sem alterações. Desenvolvimento pôndero-estatural dentro da normalidade.
Com base nas diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), a conduta mais apropriada para esse caso é