No Maranhão, os minifúndios representam 62,2 por
cento dos imóveis, ocupando 7,9 por cento da área
total e apenas 2,8 por cento dos imóveis são
latifúndios que ocupam 56,7 por cento da área total.
Dessa forma verifica-se que em quatro décadas, o
avanço na distribuição das terras maranhenses foi
muito tímido, pois na década de 1970,
aproximadamente, 95% das propriedades com menos
de 100 hectares controlavam 15.8% das terras do
Maranhão; já em 1995, essas propriedades
representavam 93.7% e controlavam apenas 22.2%
das terras do estado. No outro polo, na década de
1970 os estabelecimentos com mais de 1.000
hectares eram apenas 0.5% do total das propriedades
do estado, e controlavam 41.8% das terras do estado;
e na década de 1990, eles representavam 0.4% dos
estabelecimentos agrícolas e detinham cerca de
36.4% das terras do Maranhão.
(INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1980. E INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1995/96.)
O Maranhão, segundo os dados expostos pelo texto, é marcado pela
(INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1980. E INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Censo Agropecuário. Rio de Janeiro: IBGE, 1995/96.)
O Maranhão, segundo os dados expostos pelo texto, é marcado pela
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