Irandé Antunes (Aula de português: encontro & interação, 2003) defende a escrita na escola como atividade
de expressão do pensamento dos sujeitos que, portanto, segue as prescrições da norma-padrão.
complementar à fala, já que que ambas têm estruturalmente as mesmas especificidades.
interativa de expressão de ideias dos sujeitos em situações de uso contextualizado da língua.
epilinguística, por isso os conhecimentos gramaticais são desnecessários para desenvolvê-la.
de ascensão social, o que implica evitar o emprego de variedades não padrão da língua.
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