Em uma farmácia ambulatorial, o técnico entrega ao
farmacêutico uma prescrição manuscrita que parece indicar
“cloridrato de propranolol 160 mg, 2x ao dia”. Contudo, a dose
usual do fármaco raramente ultrapassa 80 mg/dia e o paciente é
idoso, com histérico de bradicardia. Não ha carimbo legível nem
contato do prescritor. Diante da ambiguidade da prescrição e risco
potencial, a conduta adotada pelo farmacêutico deve ser: