Uma criança de 6 anos é encaminhada ao pneumologista pediátrico por tosse crônica,
dispneia aos esforços e episódios de sibilância que não respondem a broncodilatadores. No histórico,
consta uma internação prolongada em UTI aos 6 meses de vida por uma bronquiolite grave, com
necessidade de ventilação mecânica por 15 dias. A espirometria mostra obstrução brônquica grave e
fixa (sem resposta ao broncodilatador). A tomografia computadorizada de tórax de alta resolução
revela um padrão de perfusão em mosaico com áreas de aprisionamento aéreo. Diante desse quadro
clínico, do histórico infeccioso e dos achados de imagem, qual é o impacto ou sequela de longo prazo
mais provável da bronquiolite inicial?