TEXTO VIII

Fonte: FREIRE, J. R. B. Os ladrões de ortografia: o “erro” de português. 2007. Disponível em: https://www.taquiprati.com.br/cronica/112-os-
ladroes-de-ortografia-o-erro-de-portugues. Acesso em: 17 set. 2022.
TEXTO IX
Faz pouco mais de 5.000 anos que a escrita foi inventada. Não deu tempo para que o cérebro evoluísse a ponto de dedicar uma área exclusiva para a leitura. Então, como aprendemos a ler? Segundo uma pesquisa realizada em conjunto por cientistas brasileiros, franceses e portugueses, nosso cérebro recicla funções diferentes para aprender a ler. O estudo, publicado na edição desta semana da revista americana Science, uma das mais respeitadas no mundo, foi o primeiro a demonstrar o impacto da leitura no cérebro.
O que a gente descobriu é que áreas do cérebro destinadas a outras funções são recicladas para atender a uma demanda social e cultural”, afirma a neurologista Lucia Braga, pesquisadora do Centro Internacional de Neurociências da Rede Sarah, e uma das coordenadoras do estudo, em entrevista ao site de VEJA.
No caso da leitura, o cérebro ativa a área visual e a área destinada à linguagem. Esse campo, localizado no lado esquerdo do lobo occipital, na parte de trás do cérebro, foi batizada de ‘área visual da forma da palavra’. É ela que responde, depois da alfabetização, aos estímulos ortográficos. [...].
Fonte: ROSSI. J. Cérebro recicla funções para aprender a ler. 2010. Disponível em: https://veja.abril.com.br/ciencia/cerebrorecicla- funcoes-para-aprender-a-ler/#:~:text=N%C3%A3o%20deu%20tempo%20para%20que,diferentes%20para%20aprender%20a %20ler. Acesso em: 17 set. 2022.
A partir da leitura dos Textos VIII e IX e mobilizando seus conhecimentos, assinale alternativa que apresenta a sequência CORRETA das respostas, de cima para baixo.
I. O termo ‘praca cronada’ usado pelo jornal passou desapercebido e deveria ter sido revisado.
II. A troca de letras, no Texto VIII, é fruto de uma transposição da fala para a escrita.
III. O uso de ‘r’ em lugar do ‘l’, no Texto VIII, demonstra um desconhecimento sobre a língua falada.
IV. O fenômeno descrito no Texto VIII é típico de regiões mais urbanas do Brasil.