Os Protocolos de Roteamento determinam o conteúdo das
tabelas de roteamento, ou seja, são eles que ditam a forma como
a tabela é montada e de quais informações ela é composta.
Roteamento é o processo crucial de encaminhar pacotes de dados
de uma rede de origem para uma rede de destino. Os roteadores
são os dispositivos que tomam essas decisões, consultando suas
tabelas de roteamento. Os protocolos de roteamento, por sua
vez, defi nem como essas tabelas são construídas e mantidas,
garantindo que o tráfego encontre o melhor caminho. Entre os
protocolos, um foi desenvolvido pelo IETF como substituto para
o RIP, tendo por características ser um protocolo intradomínio,
hierárquico, baseado no algoritmo de Estado de Enlace (Link-State)
e especificamente projetado para operar com redes grandes.
Suporta roteamento hierárquico de dois níveis, possibilitando
a divisão em áreas de roteamento. Uma área de roteamento é
tipicamente uma coleção de uma ou mais sub-redes intimamente
relacionadas. Tal hierarquia permite a consolidação dos endereços
por área, reduzindo o tamanho das tabelas de roteamento. Esse
protocolo de roteamento é conhecido pela sigla: