Um paciente de 28 anos é encaminhado após um
acidente de carro sem lesões físicas graves. Ele relata
que, nas semanas seguintes, começou a ter
"esquecimentos" de horas inteiras do dia, durante as
quais, segundo relatos de colegas, agia de maneira
completamente diferente − mais extrovertido e
irresponsável. Em uma entrevista detalhada, o psicólogo
observa que esses episódios parecem estar ligados a
situações de estresse no trabalho e que o paciente exibe
um considerável ganho primário (evitação do conflito) e
ganho secundário (maior atenção da família).
Considerando os critérios do DSM-5 e a complexidade diagnóstica, a hipótese que requer maior cuidado diferencial e avaliação da simulação ou do transtorno factício antes de se firmar um diagnóstico de transtorno dissociativo é:
Considerando os critérios do DSM-5 e a complexidade diagnóstica, a hipótese que requer maior cuidado diferencial e avaliação da simulação ou do transtorno factício antes de se firmar um diagnóstico de transtorno dissociativo é:
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