Criança de 6 anos, do sexo feminino, é encaminhada pela pediatria geral para investigação especializada após a detecção incidental de um sopro cardíaco em consulta de rotina. Na anamnese, a genitora nega integralmente a ocorrência pretérita ou atual de cianose de mucosas, crises de dispneia aguda, letargia aos pequenos esforços físicos ou episódios de infecções respiratórias do trato inferior de repetição. Os dados antropométricos apontam índice de massa corporal, desenvolvimento neuropsicomotor e ganho ponderoestatural compatíveis com as curvas normatizadas para a idade cronológica. Ao exame segmentar cardiovascular: paciente eupnéica, SatO2 de 99%, precórdio sem frêmitos com sutil impulsão parassagital esquerda sugerindo atividade ventricular direita. A ausculta detecta o componente pulmonar da segunda bulha acentuado com desdobramento amplo e rigorosamente fixo independentemente do ciclo inspiratório ou expiratório do paciente. Ausculta-se também um sopro sistólico de ejeção suave de grau 2/6, confinado à borda esternal esquerda alta. As extremidades periféricas não possuem edema ou alterações de pulsos. Com base nesse caso, o diagnóstico CORRETO é: