Nas síndromes demenciais, especialmente na doença de
Alzheimer, o cuidador exerce papel central no suporte emocional,
cognitivo e na manutenção da rotina, devendo compreender que a
previsibilidade ambiental e o manejo tranquilo de comportamentos
desorganizados são fundamentais para reduzir episódios de
agitação e agressividade. Em um momento de confusão, quando
o idoso manifesta desorientação espacial e tenta sair de casa sem
propósito definido, o cuidador precisa agir com empatia, utilizando
estratégias que favoreçam o senso de segurança e a redireção
de atenção, evitando confrontos verbais ou físicos que possam
aumentar o estado de ansiedade. Essa ação pode ser notada na
alternativa: