Conforme Ferro et al. (2014), diferentes práticas passaram a compor o novo quadro
de ações em saúde mental, priorizando a atenção nas necessidades do usuário e de sua família,
conjugada a potencialidades de seu território. Com isso, muitos dispositivos foram criados pelo SUS,
e um deles passou gradualmente a proporcionar suporte ao indivíduo com transtorno mental, aliando
o acompanhamento clínico à proposta de inclusão social, de modo a inseri-lo individualmente no
território. Essa prática foi denominada como: