Tecendo críticas à lógica formal de educação básica
caracterizada por fragmentação, estaticidade, unilateralidade,
terminalidade, linearidade e etapismo, o Coletivo de Autores (1992)
propõe a dinâmica curricular na perspectiva dialética, favorecendo
a formação do sujeito histórico à medida que lhe permite construir,
por aproximações sucessivas, novas e diferentes referências
sobre o real no seu pensamento. Os autores propõem, portanto,
que os conteúdos de ensino sejam tratados simultaneamente a
partir dos ciclos de escolarização. São eles: