Um paciente de 62 anos, vítima de acidente automobilístico, apresenta dificuldade respiratória e hipoxemia, sendo diagnosticado pneumotórax hipertensivo em hemitórax esquerdo.
Prontamente foi realizada punção do hemitórax com alívio da hipertensão seguida de toracostomia tubular com estabilização hemodinâmica e ventilatória. Pouco tempo depois, voltou a se queixar de dispneia e dor torácica intensa. Foram observados movimentos paradoxais na parede torácica esquerda associada a crepitação.
A conduta inicial mais adequada para o manejo da instabilidade da parede torácica é
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