A articulação entre escola, família e comunidade é
concebida, nas diretrizes curriculares contemporâneas,
como dimensão constitutiva do processo educativo, e
não como elemento acessório. A prática do acolhimento,
a escuta ativa e o reconhecimento dos saberes não
escolares têm sido valorizados em projetos institucionais
voltados à equidade e à justiça social. O envolvimento
das famílias nas atividades coletivas da escola, nos
conselhos escolares e em projetos comunitários revela
tensões entre gestão participativa e gestão normativa,
pois expõe o caráter político das relações escolares.
Com base nessa perspectiva, é mais coerente afirmar
que: