Durante a internação de um paciente oncológico, o
farmacêutico clinico hospitalar sugere a substituição de um
quimioterápico prescrito por outro equivalente, com menos efeitos
adversos. O médico concorda com a mudança, mas o paciente,
ao ser informado, recusa o novo medicamento. O farmacêutico,
preocupado com a eficácia e a segurança, insiste com o paciente,
mesmo após a recusa formal registrada em prontuário. O
principio ético que foi mais diretamente violado pela insistência do
farmacêutico na situação foi o principio da: