O jejum superior a 48–72 horas implica
transição metabólica em que o fígado redireciona fluxos energéticos da glicogenólise para a β-oxidação de
ácidos graxos e a síntese de corpos cetônicos. De
acordo com Guyton & Hall (2021) e Nelson & Cox
(2023), esse ajuste garante suprimento energético ao
sistema nervoso central e reduz catabolismo proteico.
Qual proposição traduz adequadamente essa
adaptação?