“Como obra plástica, arquitetônica, (...) impressiona pelo vigor e expressividade de suas formas densas, ásperas, que parecem arrancadas, com raiz e tudo, das mais fundas origens. Mas há, ao mesmo tempo, sob essa expressão bruta, um delicado sentido de harmonia (...). E tudo ali é pedra e barro. E ao mesmo tempo é sonho. (...) Um sonho erguido em pedra (...) para que dure eternamente, porque assim o sonhou (...), [o] trabalhador da salina e lavrador, mestiço de negro e índia, (...).”
O texto acima, de Ferreira Gullar, se refere à seguinte obra arquitetônica: