Durante avaliação fonoaudiológica, um paciente de 6 anos
de idade, do sexo masculino, é trazido pelos responsáveis com
queixa de “fala presa”. Observa-se fala com repetições de sons
e sílabas iniciais, prolongamentos audíveis, bloqueios, além de
tensão muscular visível em face e pescoço durante a fala. Os
responsáveis relatam que os sintomas se iniciaram há cerca de 1
ano, com variabilidade de intensidade, piorando em situações de
cobrança comunicativa. Não há histórico de lesão neurológica, e
tarefas de fala automática, como cantar, apresentam melhora da
fluência. Diante desse quadro, o diagnóstico mais compatível é: