Homem de 58 anos apresenta dor torácica opressiva há cerca de 40 minutos e, durante a avaliação no pronto atendimento, evolui com colapso súbito, inconsciente e sem pulso. A monitorização mostra fibrilação ventricular. Realiza-se desfibrilação imediata, seguida de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade por 2 minutos. Ao final desse ciclo, procede-se à reavaliação do ritmo, que permanece em fibrilação ventricular. Qual deve ser a próxima conduta?