“O educador é um artista, o artista é um educador. Ambos são agentes de mudança. Preparam o homem para viver em liberdade. Acima de tudo, a liberdade de viver com plenitude de seus potenciais, sem cerceamento de estruturas repressivas. O homem pleno é um artista; o escravo, um autômato”. (Ricardo Tacuchian. A música na educação como processo.) Partindo desse pressuposto, é correto afirmar: