Mulher de 65 anos, portadora de osteoartrite de
joelho diagnosticada há 6 anos, procura atendimento
fisioterapêutico devido à piora progressiva da dor nos
últimos meses. Relata que antes conseguia realizar
caminhadas diárias, mas atualmente evita exercícios
por medo de agravar a lesão. Afirma sentir dor
contínua, que se intensifica ao subir e descer escadas,
e refere rigidez matinal de curta duração. Nega
histórico de trauma recente, febre, processos
infecciosos ou outras doenças sistêmicas. No exame
físico, observa-se discreto aumento de volume
articular, crepitação ao movimento e mobilidade
funcional preservada, sem sinais inflamatórios agudos
importantes. A paciente apresenta a crença de que a
atividade física pode acelerar a degeneração da
articulação, demonstrando baixa expectativa em
relação ao tratamento e postura de desânimo frente à
dor. Segundo as recomendações de boas práticas,
qual deve ser a conduta prioritária do fisioterapeuta?