Muitos estudiosos têm procurado fixar um método socrático. Fala-se de maiêutica, intelectualismo, diálogo, como princípios
metodológicos que conformariam um modo socrático de exercer a posição docente. Porém, uma leitura atenta dos testemunhos
mostra uma figura complexa, paradoxal, impossível de fechar numa figura monocórdia, uniforme, consistente. Com efeito,
Sócrates transita por caminhos encontrados; diz que não sabe, mas sabe que não sabe e se o saber dos outros pode ou
não ser sabido; diz que se investiga a si próprio, mas parece não aceitar ser confrontado; afirma o valor do exame, mas não
parece disposto a examinar o que seus interlocutores não querem aceitar… enfim, não há um Sócrates, mas muitos modos,
encontrados, de transitar o caminho da filosofia sob esse nome. Contudo, alguns princípios parecem subsistir para pensar,
contemporaneamente, a questão metodológica do ensino de Filosofia. Eles se encontram no que poderíamos chamar de as
principais possibilidades de pensar a metodologia do ensino de Filosofia.
GUIDO, H.; GALLO, S.; KOHAN, W. O. Princípios e possibilidades para uma metodologia filosófica do ensino de filosofia.
In: CARVALHO, M.; CORNELLI, G. (Orgs.). Ensinar filosofia. Cuiabá: Central de Textos, 2013.
Quais etapas teórico-metodológicas se fundamentam em princípios coerentes com a Filosofia socrática que subsidiam o ensino da filosofia na contemporaneidade?
GUIDO, H.; GALLO, S.; KOHAN, W. O. Princípios e possibilidades para uma metodologia filosófica do ensino de filosofia.
In: CARVALHO, M.; CORNELLI, G. (Orgs.). Ensinar filosofia. Cuiabá: Central de Textos, 2013.
Quais etapas teórico-metodológicas se fundamentam em princípios coerentes com a Filosofia socrática que subsidiam o ensino da filosofia na contemporaneidade?