Kamii (1998) demonstra que a construção do número pela
criança não resulta de transmissão verbal ou treino
mecânico, mas de abstração reflexionante que emerge da
coordenação mental de relações entre objetos
estabelecidas pela própria criança. Ao propor que alunos
do 1º ano jogassem boliche registrando pontos e
comparando resultados em duplas, sem ensino direto de
algoritmos, a professora favorecia a reinvenção do sistema
numérico. Segundo Kamii, o princípio de aprendizagem
matemática que fundamenta essa prática é a: