A doença oncológica apresenta alto impacto físico, social
e econômico, podendo enquadrar-se entre as doenças
crônicas degenerativas que, de forma evidente,
apresentou aumento aproximado de 20% na sua
incidência nas últimas décadas (OMS, 2012). Isso posto,
analise as afirmações a seguir:
I.O impacto do rastreamento sobre a mortalidade por câncer em indivíduos com mais de 70 anos é incerto, pois a maioria dos estudos randomizados não incluiu pacientes idosos em sua análise. Enquanto muitos aspectos do envelhecimento favorecem a sua realização, como o aumento da incidência de câncer com a idade, outros apontam para menor necessidade, a depender da expectativa de vida individual e do acúmulo de comorbidades.
II.Por meio da avaliação geriátrica ampla, é possível identificar indivíduos com 65 anos ou mais funcionalmente dependentes com múltiplas comorbidades e provável expectativa de vida inferior a 5 anos, que não se beneficiariam em realizar rastreamento, ou indivíduos com 80 anos ou mais totalmente independentes sem comorbidades, que se beneficiariam em receber o rastreamento para algumas neoplasias.
III.A história natural do câncer de mama em mulheres idosas geralmente inclui tumores com características histológicas menos agressivas e marcadores tumorais favoráveis, como maior grau de expressão de receptores hormonais. Isso permite a detecção de tumores em estágios iniciais, proporcionando mais sucesso às estratégias de tratamento e aumentando o potencial benefício de se realizar o rastreamento.
IV.O pico de incidência do câncer de próstata ocorre após os 70 anos de idade, quando a expectativa de vida de muitos homens já é limitada. O rastreamento dessa neoplasia é bastante controverso, mesmo em populações não idosas, porque, na maioria dos casos, o câncer se comporta de maneira muito insidiosa. O rastreamento para câncer de próstata deve ser oferecido a toda a população masculina com idade entre 50 e 55 anos. Com relação à idade em que esse rastreamento deve cessar, quando uma expectativa de vida for menor que 10 anos ou idade maior que 70 anos, deve ser motivo para interromper o rastreamento.
É correto o que se afirma em:
I.O impacto do rastreamento sobre a mortalidade por câncer em indivíduos com mais de 70 anos é incerto, pois a maioria dos estudos randomizados não incluiu pacientes idosos em sua análise. Enquanto muitos aspectos do envelhecimento favorecem a sua realização, como o aumento da incidência de câncer com a idade, outros apontam para menor necessidade, a depender da expectativa de vida individual e do acúmulo de comorbidades.
II.Por meio da avaliação geriátrica ampla, é possível identificar indivíduos com 65 anos ou mais funcionalmente dependentes com múltiplas comorbidades e provável expectativa de vida inferior a 5 anos, que não se beneficiariam em realizar rastreamento, ou indivíduos com 80 anos ou mais totalmente independentes sem comorbidades, que se beneficiariam em receber o rastreamento para algumas neoplasias.
III.A história natural do câncer de mama em mulheres idosas geralmente inclui tumores com características histológicas menos agressivas e marcadores tumorais favoráveis, como maior grau de expressão de receptores hormonais. Isso permite a detecção de tumores em estágios iniciais, proporcionando mais sucesso às estratégias de tratamento e aumentando o potencial benefício de se realizar o rastreamento.
IV.O pico de incidência do câncer de próstata ocorre após os 70 anos de idade, quando a expectativa de vida de muitos homens já é limitada. O rastreamento dessa neoplasia é bastante controverso, mesmo em populações não idosas, porque, na maioria dos casos, o câncer se comporta de maneira muito insidiosa. O rastreamento para câncer de próstata deve ser oferecido a toda a população masculina com idade entre 50 e 55 anos. Com relação à idade em que esse rastreamento deve cessar, quando uma expectativa de vida for menor que 10 anos ou idade maior que 70 anos, deve ser motivo para interromper o rastreamento.
É correto o que se afirma em: