Ao compreendermos que a cultura se constitui como um
tecido de práticas simbólicas nas quais os sujeitos se
inscrevem por meio de formas enunciativas socialmente
reconhecíveis, torna-se evidente que os gêneros do
discurso não se reduzem a modelos de composição
textual. Considerando essa reflexão, é adequado afirmar
que: