Paciente com tumor intramedular recusa cirurgia, apesar de risco elevado de paraplegia. A família insiste na intervenção. Sobre o tema, a conduta CORRETA do Neurocirurgião é:
Priorizar a vontade da família, pois o princípio da beneficência exige preservar a função neurológica.
Solicitar autorização judicial imediata para realizar o procedimento contra a vontade do paciente.
Realizar a cirurgia compulsoriamente, pois a recusa implica dano irreversível.
Transferir a responsabilidade para outro profissional, evitando envolvimento ético.
Respeitar a autonomia do paciente, desde que plenamente informado e capaz de decidir.
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