Uma cooperativa de agricultores familiares,
incentivada por políticas de sustentação de preços e
apoio à comercialização da Portaria MAPA n.º 745,
de 20 de dezembro de 2024, expandiu sua produção
de carne suína. Para atender à demanda e garantir a
qualidade dos cortes frescos para distribuição em
programas de segurança alimentar, a cooperativa
investiu em uma unidade de abate e processamento.
O Engenheiro de Alimentos deve estabelecer um
protocolo rigoroso para o armazenamento de carcaças
e cortes resfriados, visando maximizar a vida útil sem
comprometer a identidade cultural do produto
(considerando que o mercado valoriza o produto
fresco não congelado) e minimizando perdas.
Nesse sentido, a combinação de fatores críticos e medidas de controle que devem ser priorizadas no ambiente de câmara fria para carne suína fresca, e o principal risco microbiológico a ser gerenciado nessa etapa para garantir a segurança alimentar até o consumo final, são, respectivamente:
Nesse sentido, a combinação de fatores críticos e medidas de controle que devem ser priorizadas no ambiente de câmara fria para carne suína fresca, e o principal risco microbiológico a ser gerenciado nessa etapa para garantir a segurança alimentar até o consumo final, são, respectivamente: