A inteligência artificial (IA) tem desempenhado um papel cada
vez mais importante na segurança de dados. Ela pode ser
usada para proteger os dados no armazenamento, no acesso e
durante a transmissão, com sistemas avançados de autenticação
e criptografia. A função básica da criptografia é a cifragem de
uma mensagem (texto claro) em outra mensagem (texto cifrado)
de difícil compreensão, caso seja interceptada por entidades
não autorizadas.
Em uma aula de Matemática no 7º ano do Ensino Fundamental,
uma professora solicitou aos estudantes a classificação dos
números 126, 845, 1 020, 371 e 999 de acordo com sua
divisibilidade por 2, 3, 5 e 9, justificando cada caso com base
nos critérios de divisibilidade estudados. Para tornar a aula
mais dinâmica, a professora sugeriu que os estudantes, em
duplas, utilizassem uma ferramenta de IA para ajudar na
verificação dos critérios de divisibilidade. Ao final da atividade,
a professora observou que diversas duplas entregaram
respostas com justificativas idênticas, vindas claramente
da IA. No entanto, algumas delas estavam incompletas ou
conceitualmente equivocadas, como: “126 é divisível por
3 porque termina em número múltiplo de 3”; e “999 é divisível
por 9 porque é um número grande e termina em 9”.
Qual intervenção pedagógica utiliza o erro como estratégia
para promover a compreensão dos critérios de divisibilidade
e o uso crítico da IA?