Marcassa e Nascimento (In: Bossle et al., 2020), ao
escreverem com base na perspectiva Crítico-Superadora
da Educação Física, destacam o entendimento de que as
atividades corporais foram construídas em determinadas
épocas históricas, como respostas a determinados estímulos, desafios ou necessidades humanas. Diante disso,
preconizam que, nas ações pedagógicas, seja feita uma
análise do problema central que os sujeitos precisam
lidar para criarem para si uma determinada atividade da
cultura corporal, reconstituindo o conteúdo específico e
fundamental da atividade em questão, como aquisições
específicas do processo de objetivação da experiência
social da humanidade. Para esses autores, isso significa
trabalhar, verdadeiramente,
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