Lúcia, 74 anos, viúva, aposentada, vive sozinha e apresenta hipertensão controlada com losartana, além de
insuficiência renal leve (TFG estimada em 55 mL/min).
Há catorze meses, queixa-se de dor difusa, fadiga intensa e insônia. Apresenta diagnóstico de fibromialgia realizado por reumatologista há oito meses. Refere que o uso
regular de paracetamol não trouxe benefício relevante.
Relata tristeza, isolamento social e redução importante
das atividades que antes realizava, como encontros no
grupo da igreja. Na consulta da APS, pede “um remédio
mais forte” e diz que não acredita em “exercícios que
nunca funcionaram”.
Qual deve ser a conduta prioritária nesse caso?
Qual deve ser a conduta prioritária nesse caso?
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