Um homem de 52 anos, portador de diabete melito tipo 2 mal controlado
(HbA1c 9,1%), é diagnosticado com tuberculose pulmonar confirmada por baciloscopia e cultura
positivas. No início do tratamento com esquema RIPE (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e
etambutol), evolui após 6 semanas com elevação progressiva das transaminases (AST 480 U/L,
ALT 510 U/L), icterícia, colúria e astenia intensa. A equipe opta por suspender todas as drogas. Após
3 semanas de melhora clínica e laboratorial, considera-se a reintrodução escalonada do tratamento.
Segundo protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas atualizados, qual é a conduta mais apropriada?