A segurança do paciente pediátrico em ambiente cirúrgico exige integração de múltiplos fatores. Dessa forma, é CORRETO afirmar que a prática indispensável para garantir rastreabilidade e prevenção de falhas é:
Delegar integralmente a responsabilidade pela segurança ao anestesista, sem integração com demais profissionais.
Limitar protocolos de segurança apenas ao pré-operatório, sem continuidade no intra e pós-operatório.
Substituir checklists formais por registros informais não validados institucionalmente.
Evitar comunicação multiprofissional para agilizar procedimentos e reduzir tempo cirúrgico.
Aplicação de checklists estruturados em todas as fases (pré, intra e pós-operatória), com participação ativa da equipe multiprofissional e registro sistemático de cada etapa.
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