Em relação à Doença de Chagas em pacientes imunodeprimidos, é incorreto afirmar que:
o diagnóstico precoce de uma reativação e uma terapêutica antiparasitária rapidamente introduzida e administrada por, pelo menos, 30 dias é seguida de sucesso terapêutico em mais de 2/3 dos casos.
a reativação pode ser diagnosticada por detecção do parasita no sangue ou líquido cefalorraquidiano, por exame direto ou mediante a utilização do laranja de acridina.
a negatividade dos testes parasitológicos no sangue não exclui a possibilidade de reativação da doença.
em pacientes com AIDS, com contagens de linfócitos T CD4 <50cels/mm3, o risco de reativação da forma crônica é elevado, podendo chegar a índices superiores a 70% dos casos.
as provas sorológicas não são ferramentas fidedignas para o diagnóstico de reativação devido ao comprometimento imunológico e por se tratar de pacientes crônicos já com a presença de anticorpos circulantes.
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