Num atendimento de emergência, um cão chega com
dispneia intensa e perfusão periférica reduzida. O
médico-veterinário deve estabilizar o paciente, decidir
quando e como realizar radiografias torácicas, ponderar
o uso de ultrassonografia point-of-care (PoCUS/FAST)
para triagem rápida e escolher a via de administração
mais apropriada para fluidos/medicações. Considerando
princípios de exame clínico, terapêutica e exames
complementares, analise as proposições a seguir:
I. Em pacientes dispneicos, deve-se priorizar estabilização (ex.: oxigenioterapia) e minimizar contenções; as radiografias torácicas devem ser feitas em projeções ortogonais, quando a condição clínica permitir.
II. A ultrassonografia é método de eleição para avaliar vísceras abdominais e efusões sem radiação ionizante; no tórax, tem limitações para avaliar parênquima pulmonar aerado.
III. Em choque hipovolêmico sem acesso venoso imediato, a via intramuscular é a preferida para fluidoterapia de reposição.
Com base nas afirmativas I, II e III, assinale a alternativa CORRETA.
I. Em pacientes dispneicos, deve-se priorizar estabilização (ex.: oxigenioterapia) e minimizar contenções; as radiografias torácicas devem ser feitas em projeções ortogonais, quando a condição clínica permitir.
II. A ultrassonografia é método de eleição para avaliar vísceras abdominais e efusões sem radiação ionizante; no tórax, tem limitações para avaliar parênquima pulmonar aerado.
III. Em choque hipovolêmico sem acesso venoso imediato, a via intramuscular é a preferida para fluidoterapia de reposição.
Com base nas afirmativas I, II e III, assinale a alternativa CORRETA.