Paciente de 42 anos apresenta cefaleia, alterações visuais e hiperprolactinemia confirmada em exames laboratoriais. Conforme esse quadro, o diagnóstico provável e o mecanismo que o explica são:
Adenoma hipofisário secretor de prolactina, que aumenta níveis séricos e causa compressão do quiasma óptico.
Adenoma hipofisário não secretor, que reduz prolactina por compressão da hipófise.
Hipotireoidismo primário, que aumenta prolactina por estímulo de TRH.
Tumor hipotalâmico, que reduz dopamina e causa hiperprolactinemia secundária.
Adenoma hipofisário secretor de GH, que eleva prolactina por efeito cruzado.
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