Diversos protozoários têm sido associados a alterações
na cavidade oral, especialmente em pacientes com
doença periodontal ativa. Dois dos organismos mais
descritos na literatura são Entamoeba gingivalis, um protozoário ameboide que se alimenta de restos
celulares e pode ser encontrado em bolsas periodontais
profundas, e Trichomonas tenax, um flagelado anaeróbio facultativo frequentemente presente em
zonas de acúmulo de biofilme, saliva espessa e
ambientes com higiene oral precária. Ambos não
possuem forma cística conhecida, o que favorece sua
identificação em esfregaços frescos obtidos por
raspado gengival.
Considerando essas características e seu potencial papel como indicadores de desequilíbrio bucal, analise as assertivas:
I. A presença de Entamoeba gingivalis e Trichomonas tenax é mais frequente em indivíduos com periodontite, e sua proliferação tende a ocorrer em ambientes ricos em detritos celulares, bolsas profundas e condições de higiene oral inadequada.
II. A inexistência de forma cística em ambos os protozoários dificulta a sua observação microscópica em esfregaços orais, sendo o diagnóstico mais confiável quando feito exclusivamente por cultura em meio especializado.
III. É incorreto associar parasitoses orais a manifestações clínicas como halitose, sangramento gengival e inflamação localizada, uma vez que protozoários orais não possuem impacto sobre tecidos periodontais.
IV. O manejo clínico de casos em que há confirmação de protozoários orais pode incluir tanto terapia periodontal mecânica quanto uso de agentes antiparasitários, quando indicado, reforçando a importância do diagnóstico diferencial em pacientes resistentes ao tratamento convencional.
Estão CORRETAS:
Considerando essas características e seu potencial papel como indicadores de desequilíbrio bucal, analise as assertivas:
I. A presença de Entamoeba gingivalis e Trichomonas tenax é mais frequente em indivíduos com periodontite, e sua proliferação tende a ocorrer em ambientes ricos em detritos celulares, bolsas profundas e condições de higiene oral inadequada.
II. A inexistência de forma cística em ambos os protozoários dificulta a sua observação microscópica em esfregaços orais, sendo o diagnóstico mais confiável quando feito exclusivamente por cultura em meio especializado.
III. É incorreto associar parasitoses orais a manifestações clínicas como halitose, sangramento gengival e inflamação localizada, uma vez que protozoários orais não possuem impacto sobre tecidos periodontais.
IV. O manejo clínico de casos em que há confirmação de protozoários orais pode incluir tanto terapia periodontal mecânica quanto uso de agentes antiparasitários, quando indicado, reforçando a importância do diagnóstico diferencial em pacientes resistentes ao tratamento convencional.
Estão CORRETAS: