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3928881 Ano: 2025
Disciplina: Física
Banca: INEP
Orgão: PND
O Sirius, acelerador de partículas brasileiro instalado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), representa uma das maiores infraestruturas científicas do Hemisfério Sul. Com financiamento público e participação de pesquisadores nacionais, o projeto contribui para avanços na pesquisa em saúde, materiais e meio ambiente. O Sirius também pode inspirar propostas de ensino que aproximem os estudantes da ciência brasileira e valorizem a Física como campo de atuação profissional e cidadã.
No Sirius, as partículas são aceleradas, adquirem elevadas energias, com velocidades próximas à da luz, percorrem trajetórias circulares e sua radiação é analisada em trajetórias tangentes à circunferência, chamadas linhas de luz. Isso permite o estudo de estruturas atômico-moleculares dos materiais, além de acompanhar a evolução temporal de processos físicos, químicos e biológicos que ocorrem em frações de segundo.
Em uma linha de luz é possível acompanhar também como essas características microscópicas são alteradas quando o material é submetido a diversas condições, como temperaturas elevadas, tensão mecânica, pressão, campos elétricos ou magnéticos, ambientes corrosivos, entre outras. Essa capacidade é uma das principais vantagens das fontes de luz síncroton, quando comparadas a outras técnicas experimentais de alta resolução.
Acelerador de partículas brasileiro realiza primeiras imagens

do coronavírus. Disponível em: www.gov.br.
Acesso em: 17 maio 2025
Em sala de aula, uma professora propôs que os estudantes criassem uma atividade prática que representasse o movimento das partículas e a emissão de radiação no Sirius. Uma das turmas sugeriu girar, no escuro, uma lanterna presa a um barbante, filmando o rastro de luz com o celular em modo de longa exposição.
Considerando o texto e na analogia proposta, a atividade é
 

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